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sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Série: 5 fotografias, possivelmente ao gosto do Remus, para justificar a falta de publicações de fotografias neste blogue : 5 de 5.

 


Remus quer incentivar-me a publicar mais fotografias, até iniciou uma série de 5 fotografias.

Até publicava mais regularmente, mas sou uma pessoa muito ocupada ou azarada

E para provar, vou iniciar uma série de 5 fotografias que justifiquem esta minha falta de tempo ou azar. 


A quinta fotografia.

Estão a ver aqueles dois no meio todos janotas? Sou eu e a minha querida marida.

Mais uma desgraça. Vou contar o que se passou.

Num belo dia eu e a minha querida marida resolvemos ir a Ponte de Lima à feira. É uma das mais antigas de Portugal, pelo menos desde 1125.

Andávamos a ver as bancas, hortaliças, sapatos, brinquedos, vestuário e muito mais, quando resolvi trautear uma canção do Marco Paulo, aquela do maravilhoso coração, maravilhoso …

Já me tinham dito que não tinha grande jeito, mas nunca pensei ser assim tão mau.

De repente, do meio daquela gente toda, sai uma mulher aos berros, vestida de negro, com um chapéu pontiagudo, vassoura na mão, borbulha na ponta do nariz grande e bicudo.

Inicialmente não me apercebi do que dizia, mas depois consegui perceber estava a cantar diversas músicas do Marco Paulo.

Parou abruptamente de cantar, olhou para mim muito fixamente e disse Abracadabra.

Abracadabra? Pensei eu. Não conheço essa música do Marco Paulo.

Reparo que muitas das pessoas que estavam à minha beira começam a correr e uma gritou-me: Fuja, ela é a fã número 3 do Marco Paulo. Lançou-lhe uma maldição por cantar muito mal a música do Marco Paulo.

Passados cinco segundos, eu, a minha querida marida e mais seis desgraçados viramos estátua junto ao rio.

Portanto está justificado o porquê de não ter publicado nada ultimamente.


Olympus OM1

Kodak Portra 400, puxado a 800

Ponte de Lima, Passeio 25 de Abril

Estátua Alegoria às Feiras Novas


quarta-feira, 27 de agosto de 2025

Série: 5 fotografias, possivelmente ao gosto do Remus, para justificar a falta de publicações de fotografias neste blogue : 3 de 5.


Remus quer incentivar-me a publicar mais fotografias, até iniciou uma série de 5 fotografias.

Até publicava mais regularmente, mas sou uma pessoa muito ocupada ou azarada

E para provar, vou iniciar uma série de 5 fotografias que justifiquem esta minha falta de tempo ou azar. 


A terceira fotografia

Ficção científica, dizem vocês.

Não, realidade extraterrestre digo eu.

Quem não viu o ET, Encontros imediatos do terceiro grau e outros?

Quem viu estes filmes, certamente que pensa que os humanos são maus. Engana-se, os humanos são umas vítimas. EU SOU UMA VÍTIMA.

Passo explicar:

Muitas vezes passeava pelo Porto, quer de dia quer de noite, com o intuito de fotografar para colocar as fotos no blogue.

Numas dessas noites andava a fotografar as iluminações de Natal do Porto, quando de repente vejo um típico extraterrestre, verde como os sapos, dois olhos negros cada um com uma pequena sarapinta branca, até parece que tinha apanhado com dois bananos. Ainda consegui tirar-lhe uma fotografia de meio corpo.

O que aconteceu depois foi muito estranho. Só sei que comecei a andar em direção à nave do extraterrestre, impulsionado por uma força estranha que me impedia de fugir ou tentar agredi-lo com a minha Olympus OM1.

Não se preocupem que não fui sujeito a experiências extracientíficas.

Este extraterrestre pertencia a um grupo de trabalho de sociologia extraplanetária. Não queria saber a composição dos meus interiores, quanto pesava o cérebro ou se tinha sangue azul. Queria ter acesso à totalidade das minhas fotografias para, através delas, estudar as interações entre os seres humanos e quaisquer outras informações sociológicas.

E mais uma vez, fui impulsionado por uma força estranha que me obrigou a ir a casa entregar-lhe todas as fotografias que tinha. Levou tudo fiquei sem nenhuma fotografia.

Portanto, está justificado o porquê de não ter publicado nada ultimamente.


Olympus OM1

Kodak Portra 400, puxado a 800

Porto, à noite.

terça-feira, 26 de agosto de 2025

Série: 5 fotografias, possivelmente ao gosto do Remus, para justificar a falta de publicações de fotografias neste blogue : 2 de 5.


 

Remus quer incentivar-me a publicar mais fotografias, até iniciou uma série de 5 fotografias.

Até publicava mais regularmente, mas sou uma pessoa muito ocupada ou azarada
E para provar, vou iniciar uma série de 5 fotografias que justifiquem esta minha falta de tempo ou azar.


A segunda fotografia.

A Marinha abriu candidaturas para o NRP Rabelo Sandeman e inscrevi-me de imediato.

A nossa primeira missão foi uma viagem de circum-navegação ao Rio Douro, qual Fernão de Magalhães com a sua voltinha ao mundo.

Era minha intenção documentar toda a viagem e colocar neste blogue as fotografias, mas o azar persegui-me e aos demais bravos marinheiros.

Numa noite escura, estávamos a navegar calmamente quando avistamos o icebergue que chocou contra o Titanic. Numa manobra rápida e arriscada conseguimos desviar-nos do icebergue, mas não deu para evitar um grande choque com o Nautilus do Capitão Nemo, que andava na pesca ilegal da lampreia. Felizmente o NRP Rabelo Sandeman é robusto e conseguimos seguir viagem.

Ainda mal refeitos destes sustos, abateu-se uma grande tempestade com ondas de 18 metros, até os sáveis, golfinhos e tubarões ficaram enjoados, mas nós, bravos marinheiros, enfrentámos as ondas com grande mestria. Infelizmente com a ondulação, as pipas do vinho do Porto ficaram soltas e provocaram graves danos. Não no NRP Rabelo Sandeman, mas com o baloiçar todos os rolos de fotografia caíram ao rio ou ficaram esmagados pelas pipas.

Pensei, sem rolos, lá terei que utilizar o telemóvel. E assim foi, nos dias seguintes parecia um turista chinês, sempre a tirar fotografias.

Numa tarde de calmaria, já a navegar no Douro internacional estava a tirar centenas de fotografias às escarpas, às aves, quando de repente, um grifo deixa o seu majestoso planar para picar sobre mim. Pensei ser sobre mim, mas não. Foi sobre o meu telemóvel.

Concluindo, fiquei sem telemóvel e mais uma vez sem registo da viagem.

Portanto, está justificado o porquê de não ter publicado nada ultimamente.


Yashica Mat124G

Kodak Portra 400

f16

500 ms

20-05-2023, 14h17, V. N. Gaia.


quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Podre de bom


Eva: Come, meu amor, come.
Adão: Quê?!!!! Uma maçã podre!!!! Ainda estou à espera daquela costela que dei e vens tu com uma maçã mirrada? 

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Porta e afins 107 - Porta WC à FC Porto

Porta WC à FC Porto
Roquetas del Mar, Almeria, Espanha

Será que um associado do FC Porto tem prioridade na entrada?

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Branco


O banco branco da Branca de Neve e o cesto branco dos 7 Anões.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Uma espécie de macro


Há um perito em fotografias macro chamado Marco. Não são só macros, quem passar pelo blogue  Shoot me  vê belas fotografias.
Mas voltando às fotografias macro, tentei tirar umas fotografias macro a bichos, mas o raios dos bichos não paravam quietos, pelo que desisti. 
Assim sendo procurei outro tema. 
Felizmente ainda fui a tempo, porque há muitos gulosos.


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Almoço de casamento


Eu sei que vocês sabem como se comportar numa almoço de casamento, mas só para aqueles que por vezes tem lapsos de memória e de etiqueta, aqui ficam algumas recomendações, indicações: 

  • Numa mesa de casamento há muitos pratos, talheres e copos, portanto se vos faltar alguma destas peças, é só dizer em voz mais ou menos alto que os noivos estão a entrar na sala e pifar o elemento que falta ao vizinho do lado (desde que esse vizinho não seja familiar em linha directa);

  • se algum dos elementos indicados no primeiro recomendação estiver sujo, delicadamente, dizer ao vizinho do lado (desde que esse vizinho não seja familiar em linha directa) que ao fundo da sala está um senhor de gravata vermelha com riscas castanhas a chamá-lo e, enquanto esse vizinho tenta descobrir onde está essa ridícula figura, trocar o elemento sujo. Depois, de uma forma descarada, chamar o empregado e dizer que o vizinho tem um daqueles elementos sujos e exigir um elemento limpo;

  • quando chegar aquele triste momento em que nos vem puxar da mesa para ir dançar, delicadamente, dizer que gostariam de ir mas, estão a conversar com o vizinho do lado que já não o viam à 10 anos (desde que esse vizinho não seja a nossa querida marida ou a filha).
E assim com estas precisosas recomendações e indicações, garanto que não fazem má figura em qualquer almoço de casamento. 

Por agora ficam estas três recomendações, mas há mais, muitas mais...
 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

O testamento


- Zezé, chega um bocadinho mais para trás. - disse ela com uma voz meia e doce.
- Mas Carlota, assim ainda caio por este abismo abaixo. - disse ele com uma voz temerosa.
- Se não fores mais para trás, não te consigo enquadrar com aquele grifo que está majestosamente a planar. E eu queria uma fotografia tua com o grifo para enviar ao João Menéres a desejar rápidas melhoras.
Muito receoso, o Zezé lá fez a vontade à sua recém esposa e deu três passos à retaguarda.
- Tens de ir mais para trás, mais, mais... - insistiu a Carlota.
- Ó Carlota, mas está ali uma casca de banana, ainda escorrego e caio.
- Não te preocupes, essa casca está seca, não escorregas nada, despacha-te. - já se notava a impaciência na voz de Carlota.
- Olha, a rocha está cheia de musgo escorregadio, ainda vou pela encosta abaixo. -disse o Zezé amedrontado.
- Não te preocupes, quando fui comprar esses sapatos, na loja garantiram-me que com essa sola não se escorrega. - disse ela, já muito impaciente.
- Carlota, meu amor, olha que ainda não alterei o meu testamento, não tive tempo, não estás incluída nele como minha principal herdeira.
- PÁRA ZEZÉ. Olha que ainda escorregas. As pessoas são muito porcas ao deixarem aqui as cascas de bananas, e o Estado!!! É uma tristeza, não cria caminhos para que as pessoas possam andar. Temos de caminhar pelas rochas cheias de musgo, sujeito a escorregarmos e a cairmos mais de 700 metros. Vamos embora, compro um postal em Freixo de Espada a Cinta e envio ao João Menéres a desejar rápidas melhoras. 

Qualquer semelhança entre esta fotografia e o texto com esta fotografia do Remus, não é pura coincidência.
Esta fotografia foi tirada no miradouro do Penedo Durão, local onde planam abutres e grifos. E devido a esta última ave, resolvi incluir neste texto o João Menéres, com votos de rápidas melhoras.

segunda-feira, 9 de março de 2015

A maçã podre

Com tantas maçãs neste mercado, tinha logo que escolher a que estava podre. Nem pensem que a vou levar para casa, a minha nora não vai lá almoçar.

Halina Paulette Electric
Kodak Potra 160
f/8
1/60 s
11-06-2014, Mercado do Bolhão, Porto.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Fotografia filosófica


O homem e a mulher são como os canos da água, nem sempre encaixam um no outro.

Caso queiram, podem deixar outros pensamentos igualmente profundos.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A comida


- Janeco, estás a ver aquele gato ali? Dava um bom jantar para ti. - disse a senhora para o cão, lembrando-se que as Friskies Bon Bacon Snack sabor bacon para cães tinham acabado.
- Não me bastava este nome, ainda por cima esqueceu-se da comida. Espera aí que vais ver. Tens no frigorífico um bocado de leitão, vai-me saber muito bem... - pensou o Janeco.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Genesis de Sebastião Salgado - versão Questiuncas



Prefácio

Há um brasileiro de nome Sebastião Salgado, considerado um dos mais importantes fotógrafos dos nossos tempos.
Com o seu último projecto intitulado “Genesis” apresentou uma série de fantásticas fotografias de paisagens, fauna, flora e comunidades humanas não alteradas pelo homem “moderno”.


Baseado no projecto “Genesis” de Sebastião Salgado, parti numa busca por locais maravilhosos. Fi-lo com uma diferença em relação ao Genesis, queria locais alterados pelo ser humano, mas que com essa alteração tivessem ficado fantásticos.
E assim, certo dia parti de minha casa com a Yashica Mat 124G ao ombro, uma senha para o Metro do Porto e um panado no pão.
Levava o que considerava essencial.
Rapidamente identifiquei um local fantástico, o parque da cidade do Porto.
Procurei o melhor enquadramento, a melhor luz, a melhor composição, mas não encontrei.
Passado algum tempo já estava com fome (afinal um panado no pão é pouco) e também tinha muitas saudades da minha Querida Marida e da Menina R. Tirei uma fotografia a um local, que não era muito fantástico, e fui-me embora para os braços das duas minhas mais que tudo.
E assim foi o meu projecto Genesis – Sebastião Salgado, versão Questiuncas.

Post-scriptum:  ouvi dizer que com sandes de leitão não se tem fome tão rapidamente.

Yashica Mat 124G
Kodak Tri-X 400
f/16
1/250 s
13-09-2014, Parque da Cidade do Porto

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A derradeira Rave


Amigos, desculpem não poder nos próximos tempos visitar os vossos sites ou fazer comentários. Infelizmente o tempo que tenho é curto.
As 24 horas do dia são uns breves minutos perante a tarefa herculiana que tenho a fazer.
Passo a explicar:
a última Rave que fui, acho que exagerei. Disseram-me que o Taz, comparado comigo mais parecia uma gato fofinho a ronronar. Disseram-me, pois eu não me lembro de nada.
Mas o pior de tudo, foi quando vi o estado em que pus o edifício da rave.
Agora, para pagar os prejuízos vou ter de trabalhar as 24 horas do dia e mesmo assim não chega.
Haverá por aí uma alma caridosa que jogue no euromilhões e acerte por mim no primeiro prémio?

Yashica Mat 124 G
Kodak Tri-X 400
f/8
1/125 s
27-08-2014, Avenida Camilo, Porto   

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Barco da Fé


De pé, com eles firmes na areia, perante uma turba, dizia o Arcebispo da Fé:
- I have a dream.
- Eu também Arcebispo, mas não posso dizer alto, estão aqui menores. disse uma voz entusiasmada.
-Está bem, está bem. Mas daqueles sonhos que podemos contar, vou dizer um deles. Como sabeis, a Taberna das Cruzes já é pequena para tanta gente que lá vai. Queria ser o dono daquele barco - disse o Arcebispo da Fé, virando-se para o mar e apontando na direcção da embarcação - e ir pelos mares fora prestar auxilio espiritual.
- Mas Arcebispo, quer fazer isso num barco a remos??!! - disse espantado, um pobre de espírito.
- Irmão, limpe os óculos e olhe lá para o fundo.
Enquanto estava a proferir estas sábias palavras, ouviu-se uma voz firme, vinda do meio da multidão.
- Não se preocupe, Arcebispo. Dentro de 10 minutos o transatlântico barco será seu.
- Meu?! - murmurou o Arcebispo. Mas como Capitão Gancho?

Yashica Mat 124G
Kodak Tri-X 400
f/16
1/500 s
Ao lado do Castelo do Queijo, 13-09-2014 

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Ele vem aí




- Pai, é verdade que ele anda por aí? Perguntou a jovem criança, com uma voz trémula, enquanto espreitava pelas ameias do castelo.
- Fala baixo que ele ainda nos ouve. É verdade, não pára um segundo. Anda a vasculhar por toda a cidade, olha para todas as pessoas com uns olhos assustadores. – disse o pai a sussurrar – Não espreites que ele ainda te vê.
- Mas pai, porque é que não lhe dás o xicolate?
- Sabes, ele é uma espécie de monstro das bolachas, mas só de xicolates. Não adianta dares um xicolate, ele quer uma fábrica deles. Agora virou-se novamente para os xicolates, mas antes já foi um mini-monstrodas bolachas, mas começou a enjoar um bocadito e por cada dentada numa bolacha dava três dentadas em xicolate. Para ajudar a digestão, dizia que uma precisava de uma grade de Jolas. Passado algum tempo, descobriu que podia juntar num só, os biscoitos e o xicolate. Foram gigantes momentos de doçura. E quando descobriu as gulosices coloridas!!! Andava sempre com os beiços multicolores. É claro que quando provou uns simples biscoitos, já não achou nada de especial, mas se fossem regados com uma certa bebida, eram comidos às toneladas.
Havia um doce que ele recusava-se a acompanhar com qualquer bebida, só podia ser aquela marca, daquele ano. A última vez que ouvi falar das suas monstruosidades, foi quando criou uma sande muito esquisita.
Pensei que nunca mais ia saber dele, mas pelos vistos ele voltou.
Baixa-te, que ele vem aí.....


Yashica Mat 124G
Kodak Tri-X 400
f/11
1/250 s
Castelo do Queijo, Porto, 13-09-2014

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Notícia de última hora


É o destino. 
Pela terceira vez que tento entregar o xicolate ao Remus, mas há sempre algo que impede de concretizar essa prioritária missão.
Desta vez, foi o Monstro das Bolachas. Já cansado da dieta rigorosa, e não encontrando nenhuma bolacha por perto, esse Monstro viu-me com o xicolate de elevado teor em cacau (superior a 80%) que ia entregar ao Remus
Não me lembro de mais nada, só sei que quando dei por mim, vi o Poupas, o Egas e o Becas a correram atrás desse monstro para que ele me devolve-se o chocolate. Num último olhar, vi esse Monstro a meter o chocolate todo na boca de uma só vez e a desaparecer.
Desisto, já não tenho forças anímicas nem físicas para entregar o xicolate. Pode o Remus ameaçar-me com magia negra, mas por muita vontade que tenha, há outras forças superiores que impendem esta entrega.

Halina Paulette Electric
Kodak T-Max 100
Estátua de "o Ardina"
Praça da Liberdade, Porto

domingo, 26 de outubro de 2014

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A última desta semana

Última fotografia que coloco esta semana. 
Poderia dizer que iria passar os restantes dos dias à procura do chocolate, que não prometi que daria. Mas não, neste momento sinto-me tão traumatizado com a vossa gulosice por chocolate, que sempre que passo em frente a uma montra de uma loja com chocolates tendo-me a afastar. Houve uma vez que, de tanto me afastar, fui parar ao meio da rua e quase que ia sendo atropelado. Quando vou ao Continente, MiniPreço, Pingo Doce e Lidl nem consigo percorrer o corredor dos doces.
Mas o motivo de ser esta a última fotografia desta semana, é que vou formatar o meu computador, pelo que não vou ter muito tempo disponível. 

Yashica Mat 124G
Kodak Tri-X 400
f/22
1/250 s
Praia Atlântica, 13-09-2014

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Trilogia da Gaivota que me roubou o chocolate - III

Já satisfeita com um chocolate e uma prova de vinho do Porto, foi para o Castelo do Queijo apanhar um pouco de sol.

Yashica Mat 124G
Kodak Tri-X 400
f/22
1/250 s
Castelo do Queijo, Porto, 13-09-2014